Caros colegas, li o artigo, onde pude observar e refletir que:
A formação ética sempre esteve na centralidade dos fóruns e debates educacional, desde o período clássico grego até o pensamento clássico filosófico contemporâneo.
A relação ética-educação são tratados ora parta explicitar e reforçar a importância da educação na formação ética e moral dos cidadãos, ora para reivindicar os limites intrínsecos a essa relação.
Pensando na atualidade é notório a fragilidade dessa relação, pois tem-se vivido um momento em que a educação escolar parece não ser tão determinante a formação moral dos indivíduos e se busca muitos e diferentes modos de se justificá-la.
Acredito que este processo se dar por meio da educação, não como uma relação mecânica, pois os valores e cultura são mutáveis e não estamos imunes; ao meio e à cultura da qual estamos inseridos, que exerce uma enorme influência sobre nós.
O texto nos remete a pensarmos de que modo podemos tratar da formação ética na escola, tendo em vista que o mundo extra-pedagógico exerce sobre ela uma pressão que excede o seu poder de resistência o que não diminui a sua responsabilidade na formação ética dos alunos, porém acredito no tato pedagógico, como uma maneira de humanizar a relação pedagógica sem se esquecer do que nos ensina Foucault (2004) sobre o cuidado de si, que envolve o cultivo de si, o desenvolvimento da capacidade de julgar e de se reinventar na práxis.
Abraços,
Andréia Marques.
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