quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Resenha Sobre Competência em Imformação

Resenha Crítica

Dados Gerais

Disciplina

Pós-Graduação em Coordenação Pedagógica

Professor
Nilza Simões
Aluno
Ana Elisabete Barros Lima

Análise do artigo

Título do Artigo:
“Competência em Informação: Melhores Práticas Educacionais Voltadas para a Information Literacy”
 Autor (es)
Elisabeth Adriana Dudziak

Palavras-Chaves do Texto (no máximo 4 palavras)

Informação
Competências
Currículo
Educação
Descrição do Assunto (no máximo 50 palavras)
Trata do desenvolvimento de melhores práticas voltadas às competências em informação, envolvendo programas curriculares integrados e que fazem parte da construção de competências por parte dos alunos.
Para que haja competência em informação (information literacy education) é necessário planejamento e engajamento de todos os atores envolvidos com a escola.
APRECIAÇÃO CRÍTICA (no máximo 300 palavras)
            A reflexão nos leva as questões que envolvem as competências que são adquiridas através dos conteúdos trabalhados nos currículos, e que devem estar interligados aos conhecimentos, habilidades e atitudes do aluno. É uma forma de mobilizar os saberes buscando a construção das competências individuais.
A autora resgata situações bastante atuais que envolvem a informação como elemento importante dentro da formação do estudante. A forma como a informação é trabalhada na escola passa a ser um grande desafio, pois tratar de conteúdos factuais e conceituais dentro de uma visão tradicionalista em detrimento dos conteúdos procedimentais e atitudinais passa a refletir em uma isenção de mudanças. A escola passa a limitar o conteúdo apenas em seus livros e textos adotados, restringindo outras fontes de informações, diminuindo novas oportunidades de descobertas.
Segundo Dudziak, vivemos em uma sociedade do conhecimento onde faz parte lidar com a informação e com o aprender a aprender, que prioriza a atitude de pesquisa, de autonomia crítica e busca pela criatividade. Desta forma as competências em informação, como alfabetização informacional e letramento, ficam presas em velhas convicções e práticas educacionais. Para que este quadro mude é necessária uma estruturação da educação que privilegie a competência em informação, através de planejamento e envolvimento de projetos pedagógicos voltados para esta área, com o propósito de repensar crenças, valores, práticas, voltadas para ações educacionais concretas. Dentre destas práticas é possível citar uma boa biblioteca, tendo um bibliotecário que abrace a causa da competência em informação, buscando atualizar seus conhecimentos e trazer para este ambiente momento de construção do conhecimento com o aluno e professores.
A abordagem sócio-cognitiva construtivista e a transversalidade é visto como o recurso colaborador em alternativas que buscam as soluções para que o aluno seja avaliado continuamente, dentro de prática pedagógicas voltadas para programas de competência em informações.

Paralelo com a realidade da Disciplina

             Neste artigo foi possível perceber como a Coordenação e Supervisão Educacional, quando bem estruturada, podem construir com projetos que aperfeiçoe a competência em informação dos alunos, levando a comunidade escolar a uma mudança de comportamento, valores e atitudes. A biblioteca e seus profissionais passaram a ser mais valorizada dentro desta nova percepção, redimensionando novas práticas educacionais que buscam viabilizar diferentes fontes de informações.






Author(s): 
Title: 
COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO: melhores práticas educacionais voltadas para a Information Literacy
Subjects: 
Date: 
2005
Abstract: 
O objetivo do trabalho é explicitar as melhores práticas no desenvolvimento de programas curriculares integrados que enfatizem a construção da competência em informação dos estudantes, baseado no conceito de information literacy. Enumeram-se os elementos e práticas essenciais no tocante ao estabelecimento, planejamento, implantação, acompanhamento e avaliação de programas de competência em informação em escolas e faculdades. São examinadas as dimensões envolvidas: a dimensão educacional, onde discute-se papel social e político da educação e das instituições educacionais; a dimensão curricular, traduzida em objetivos e ações educacionais que se voltam para o currículo integrado (transdisciplinar) e o aprendizado baseado em recursos (resource-based learning); a dimensão das práticas pedagógicas, que se voltam prioritariamente para a resolução de problemas e a elaboração de projetos de pesquisa, bem como os processos de avaliação, de acordo com a concepção de educação que se pretende: aquela voltada para a competência em informação. O conceito de competência em informação é definido a partir de uma visão sócio-cognitiva construtivista, desenvolvida tanto ao nível do aprendiz quanto do docente, de maneira integrada ao currículo. A disseminação das melhores práticas é essencial à implantação e sustentabilidade de programas educacionais que visem a competência em informação.
Conference: 
Conference Date: 
2005
Location: 
Curitiba, Brazil
Publisher: 
FEBAB
Keywords: 
information literacy ; competência informacional ; resource-based learning ; educação ; education
Country: 
Brazil
Type: 
Conference Paper
Rights: 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

MAIS ENDEREÇOS DE VÍDEOS INTERESSANTES!

Caras colegas,
Seguem, abaixo, links de vídeos bastante interessantes. Existe uma série de vídeos feitos pelo programa "Fantástico" da Rede Globo com a filósofa Viviane Mosé. São deliciosos. Feitos de uma linguagem televisiva primorosa. Neles a filósofa discorre sobre grandes filósofos e aborda, entre outros, Michel Foucault.
Vale a pena conferir. É só clicar no link.











segunda-feira, 28 de novembro de 2011

TECNOLOGIA DO EU E EDUCAÇÃO


Oi colegas!


Observando os artigos acadêmicos apresentados na internet, encontrei um que fala da ‘Tecnologia do Eu e Educação” onde podemos refletir sobre a subjetividade do ponto de vista antropológico. Larousse explica que  “ O Foucault que tentarei colocar em relação com as  práticas pedagógicas nas quais se constrói e modifica a experiência que os indivíduos tem de si mesmos é o que trabalhou numa antropologia histórica de nós mesmos”, justamente através do estudo dos mecanismos que transformam os seres humanos em sujeitos”. É nesse sentido que se pode utilizar a obra de Foucault para questionar as inércias teóricas das quais falava antes: Não porque implique uma teoria diferente do que a pessoa humana como sujeito, como capaz de certas relações reflexivas sobre si mesma, mas porque mostra como a pessoa humana se fabrica no interior de certos aparatos( pedagógicos, terapêuticos,...) de subjetivação. A dimensão mais geral da educação que este trabalho pretende reconsiderar tem a ver com a antropologia da educação, isto é,  com as teorias e as práticas pedagógicas enquanto produtoras de pessoas. O jogo mais geral com a obra de Foucault será, portanto, um jogo antropológico.”
Espero que gostem!
Maria Helena de Barros Machado
LARROSA, Jorge. "Tecnologias do Eu e Educação". In:SILVA, Tomaz Tadeu. O Sujeito da Educação. Petrópolis:Vozes, 1994, p.35-86.

domingo, 27 de novembro de 2011

Nós...Juntos...




























Escola Democrática: Estrutura, Gestão E Participação

Olá pessoal!

        O artigo sugerido,  traz consigo alguns questionamentos sobre os desafios que a escola enfrenta para implantar uma gestão democrática com a efetiva participação de todos os atores que compõem a instituição de ensino.
         Possibilita uma reflexão sobre o tema e promove uma discussão a cerca das difilculdades entre os segmentos envolvidos no processo de mudança.
         Nos remete à realidade vivenciada por um número considerável de escolas das redes de ensino público, onde podemos fazer um paralelo dessas experiências como sujeitos integrantes desse processo de mudançã.

Sheyla Arruda

http://www.artigonal.com/educacao-artigos/escola-democratica-estrutura-gestao-e-participacao-1058085.html

sábado, 26 de novembro de 2011

Resenha sobre Relações de Poder - Para disciplina da Prof. Nilza Simões

Por DAISY SALES DE AGUIAR
Este texto tem como objetivo analisar um tema central do pensamento de Hannah Arendt, qual seja, a distinção entre poder e violência. Trata-se de questão trabalhada pela autora em diversos escritos, porém mais sistematizada em seu famoso ensaio de 1969, Sobre a violência. Hannah Arendt faz uma crítica severa aos movimentos da “nova esquerda”, no final dos anos 1960. Segunda ela, sob pretexto de lutar contra um mundo ameaçado pela destruição nuclear e dominado pelas grandes administrações estatais, esses movimentos optaram pela glorificação irresponsável da violência, acreditando, erroneamente, ser ela a essência de todo poder. A autora identifica as origens teóricas desse equívoco. A tradição que entende o poder como uma relação de mando e obediência (amplamente hegemônica no pensamento político ocidental) operaria do seguinte modo: de um lado, define como tema central dos estudos políticos a relação de mando e obediência, guiando-se sempre pela questão “quem manda em quem?”; de outro, e por conseguinte, entende o poder como sinônimo de violência.
Arendt propõe retornar a uma outra tradição do pensamento político, qual seja, a greco-romana, que fundamenta o conceito de poder no consentimento e não na violência. Essa tradição alternativa pode ser encontrada na Cidade-Estado ateniense e na Roma antiga, pois tanto o conceito de “isonomia”, no primeiro caso, como o conceito de civitas, no segundo, trabalham com uma idéia de poder e de lei cuja essência não se assenta na relação de mando-obediência e não identifica o poder com o domínio. Apesar de utilizarem o termo “obediência” – mas sempre obediência às leis em vez de aos homens - o que eles de fato queriam dizer era apoio às leis para as quais os cidadãos haviam dado o seu consentimento.
Desse modo, poder refere-se sempre a uma relação de consentimento em que as instituições sustentam-se no apoio do povo. O apoio do povo revela um traço importantíssimo do conceito de poder em Hannah Arendt, pois esse apoio não é mais do que a continuação do consentimento que trouxe as leis à existência. Sendo assim, descobrimos outro traço essencial do conceito arendtiano de poder: além de ser uma relação de consentimento, o poder está vinculado ao “momento fundacional” de uma dada comunidade. O poder é o momento que traz as leis à existência, leis que retiram dessa ocorrência primitiva o consentimento que sustentará a manutenção futura das instituições. Por isso, lembra Arendt, todo governo depende de números, isto é, da opinião, enquanto que a violência pode operar em oposição a ambos. Conclui-se, assim, que a forma extrema de poder é "O Todos contra um", a forma extrema da violência é o "Um contra todos".
Quando se diferencia poder de violência, torna-se necessário aprofundar as distinções conceituais com o intuito de deixar claro o que o poder é e aquilo que ele não pode ser. Movida pelo desejo de clareza, Hannah Arendt propõe diferenciar os seguintes conceitos: poder, vigor, força, violência e autoridade. Para a pensadora, o poder corresponde à habilidade humana não apenas para agir, mas para agir em concerto. O poder nunca é propriedade de um indivíduo; pertence a um grupo e permanece em existência apenas na medida em que o grupo conserva-se unido. Quando dizemos que alguém está ‘no poder’, na realidade nos referimos ao fato de que ele foi empossado por um certo número de pessoas para agir em seu nome.
A definição acima enfatiza quatro aspectos: primeiro, o poder é um fenômeno do campo da ação humana; não é, portanto, uma “estrutura”, nem se iguala à posse de determinados recursos; segundo, o poder é um fenômeno do campo da “ação coletiva”; terceiro, o poder surge na medida em que um grupo se forma e desaparece quando ele se desintegra, o que reforça a tese de que o poder está ligado a um momento de fundação; por fim, “estar no poder” significa “estar autorizado” pelo grupo a falar em seu nome.
Definido dessa forma, o poder se diferencia radicalmente do conceito de “vigor”. Este descreve uma realidade essencialmente individual (e não política), um atributo inerente a uma coisa ou a uma pessoa que pode ou não ser utilizado na relação com outros indivíduos. Por ser essencialmente particular, o vigor pode ser sempre uma ameaça ao poder. A“força”, por sua vez, refere-se aos impactos coletivos (a “energia liberada”) que os movimentos sociais podem gerar sobre a sociedade e sobre o fenômeno do poder (id. ibid.). Sendo assim, ela não se confunde com a violência. Esta tem um significado muito mais estreito do que o termo genérico “coação”, pois parece designar apenas ação física agressiva sobre outrem, estando muito próxima do conceito de vigor.Portanto, violência não identificaria qualquer ato coativo, mas apenas aquele que opera, no caso das relações sociais, sobre o corpo físico do oponente, matando-o, violando-o, enfim, parece descrever apenas o uso efetivo dos implementos.
Por fim, o conceito de autoridade refere-se ao mais enganoso dos fenômenos políticos, pois descreve uma realidade aparentemente paradoxal. De um lado, identifica uma relação hierárquica de mando e obediência, mas que não se traduz em violência, isto é, não demanda o uso efetivo dos implementos para funcionar; de outro lado, não opera por meio da persuasão, pois não é uma relação igualitária, mas sim hierarquizada. Quem obedece o faz por “respeito”. Arendt observa que todas essas distinções são importantes porque permitem identificar fenômenos distintos, o que não quer dizer que eles não possam se entrecruzar na realidade concreta. Não é raro que o fenômeno do poder venha acompanhado de violência, sobretudo nos casos em que algum indivíduo reivindique para si um tratamento especial frente aos princípios estabelecidos pela ação em concerto que deu origem à comunidade em que ele está inserido.


Referências:
Teoria Política Contemporânea - Uma Introdução
A Condição Humana seguido de Sobre a Violência - Hannah Arendt. (L&PM Pocket)

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Minhas Poesias...

Gente, Quando tiverem um tempinho, Visitem a minha página de poesias...Bjs

http://www.recantodasletras.com.br/autores/terezabezerra

Sirva-se um Elixir para a Democracia

Caros Colegas;

Achei muito interessante esta entrevista com o sociólogo português Boa ventura de Souza Santos, já que este tem sido um dos objetos do nosso estudo na disciplina de fundamentos Filosóficos, sociológicos e antropológicos da educado.

Inicialmente, a entrevistadora explica os conceitos teóricos de Boaventura, que são a razão indolente (que é a aceitação do mundo como está) a sociologia das emergências (que trata de valorizar experiência humanas “pequeninas”), e a ecologia dos saberes (que contesta o credo que só o conhecimento científica salvará o planeta).

Depós disso, a entrevista se dá em torno do seu livro: Renovar a teoria critica e reinventar a emancipação social, onde explora a sociedade contemporâneas, as teorias clássicas e a democracia. Para Baoventura, as sociedades conterrâneas precisam dos pensamentos críticos e de precípuos como precisão urgentemente para viver melhor. Continua dizendo que a democracia está enfraquecida por conseqüência da corrupção e da desigualdade social. Contudo, devemos fortalecê-la através da participação popular, como a do orçamento participativo, pois surte efeito sobre a distribuição de renda, protegendo as instituições da corrupção.

Para ele, “a razão indolente” é um mal do nosso tempo, pois é a razão que não trabalha, não pensa, não se esforça-se, acomoda-se na superficialidade das coisas. Como exemplo ele fala sobre o meio ambiente, pois evita-se pensar no tema fora dos ciclos eleitorais, já que esbarra nos interesses econômicos.

No final da entrevista, ele fala sobre a juventude brasileira (ele morou no Brasil nos anos 70). Ele vê que as respostas violentas e desorganizadas da população é a forma encontrada para enfrentar aprofunda desigualdade brasileira, face a uma economia que não a absorve e uma sociedade que a expõe à corrupção todos os dias.

OS JOVENS ESTÃO AUSENTES DO BRASIL.

Nadia Aparecida Rocha

Referencia:

http://txt.estado.com.br/suplementos/ali/2007/05/27/ali-1.93.19.20070527.10.1.xml

Ética, Educação e Alguns Desafios Contemporâneos


            Caros colegas, li o artigo, onde pude observar e refletir que:
            A formação ética sempre  esteve na centralidade dos fóruns e debates educacional, desde  o período clássico grego até o pensamento clássico filosófico contemporâneo.
A relação  ética-educação são tratados  ora parta  explicitar  e reforçar a importância da educação na formação ética e moral dos cidadãos, ora para  reivindicar os limites intrínsecos a essa relação.
            Pensando  na atualidade é notório  a fragilidade dessa relação, pois tem-se vivido um momento em que a   educação  escolar parece não   ser tão determinante a formação moral dos indivíduos e se busca muitos e diferentes modos de  se justificá-la.
            Acredito que  este processo se dar por meio da educação, não como uma relação mecânica, pois os valores e cultura são mutáveis e não estamos imunes;  ao meio e  à cultura da qual  estamos inseridos,  que exerce uma  enorme influência sobre nós.
            O texto nos remete a pensarmos de que  modo podemos tratar da formação ética na escola, tendo em vista que o mundo extra-pedagógico exerce sobre ela  uma pressão que excede o seu poder de resistência o que não diminui a sua  responsabilidade na formação ética dos alunos,  porém acredito no tato pedagógico, como uma maneira de humanizar  a relação  pedagógica sem se  esquecer do que nos ensina Foucault (2004) sobre o cuidado de si,  que  envolve o cultivo de si, o desenvolvimento da capacidade de julgar  e de se reinventar na práxis. 
Abraços,
Andréia Marques.

Necessidades formativas e formação contínua de professores de redes municipais de ensino

Oi pessoal! Participar deste blog foi um novo desafio em minha vida.
Li um artigo que acima cito no título da postagem que achei interessante por considerar relevante a reflexão sobre a formação docente. 
Partindo da abordagem feita no artigo entendi que está   em sintonia com  o mundo contemporâneo é compreender o poder  formador e transformador da educação nos diversos contextos.Consequentemente refletir sobre os aspectos  que melhorem a prática docente, nas suas necessidades formativas, da Rede Municipal de Ensino,pois uma educação de qualidade depende principalmente de professores qualificados,críticos e motivados. E fazendo uma ponte talvez arriscada com a idéia foucaultiana, que define o biopoder como uma forma de controle em toda sua amplitude,o papel do professor como formador de opiniões assume grande relevância,  trabalhando o aluno como cidadão,crítico, ético  e de  valores universais  e exercer essa cidadania para transformar  nossa sociedadee mais igualitária. 
Beijos a todos e um parabéns especial a professora Nilza por nos incentivar a andar por novos caminhos.
Ana Cláudia Correia de Lima 

EDUCAÇÃO & SOCIEDADE - O PENSAMENTO DE FOUCAULT E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A EDUCAÇÃO POR ANTONIO FLÁVIO BARBOSA MOREIRA.

           Colegas, li a análise que Antonio Flávio Barbosa Moreira faz sobre Michel Foucault na qual ele o classifica de "filósofo edificante" e o compara a um detetive à procura da elucidação de um "caso" encomendado  porém, diferentemente deste, Foucault não chega às "vias de fato" mas, abre caminhos e possibilidades para este fim. O pesquisador brasileiro do campo da educação que mais e melhor tem trabalhado, em análises de questões desse campo, com o pensamento do filósofo francês, segundo Antonio, foi Alfredo Veiga Neto que  em seu livro "Foucault e a educação" aborda principais temas através de uma visão foucaultiana.
           Deem uma olhada no resumo deste livro e creio que assim como eu vocês irão penetrar um pouco mais nas ideias deste emblemático filósofo francês chamado Michel Foucault.

ENDEREÇOS E VÍDEOS PARA O TEMA "ESTUDOS CULTURAIS

 
 Filme A ESCOLA DO RISO

Sinopse do filme A ESCOLA DO RISO

Japão, 1940. Mutsuo Sakisaka (Kôji Yakusho) é um censor do governo cuja missão é assegurar o teor patriótico das peças de teatro. Hajime Tsubaki (Goto Inagaki) é um comediante, que deseja aprovação para encenar uma peça baseada em "Romeu e Julieta". Sakisaka insiste em modificar o teor da peça, inicialmente por motivações políticas e posteriormente por discordar de sua estética. Ambos passam a reescrever o texto, o que faz com que se empolguem com o material em desenvolvimento.
 
Vídeo de um minuto sobre industria cultural

Vídeo produzido no curso o Uso Integrado das Tecnologias no contexto Educacional. Mostra a influencia da mídia na construção dos valores.

Maldita beleza

Vídeo estudos culturais com citações de Stuart Hall


CHAPLIN

propaganda é a alma do negócio ceguinho em Paris

A INVENÇÃO DA INFÂNCIA
PORTACURTA PETROBRÁS

Gênero Documentário - Diretor Liliana Sulzbach - Ano 2000 - Duração 26 min - País Brasil - Local de Produção: RS - Ser criança não significa ter infância. Uma reflexão sobre o que é ser criança no mundo contemporâneo.
O CORPO DE BOLLYWWOD

ESTÓRIAS ASSOMBRADAS

MARÉ CAPOEIRA

O XADREX DAS CORES

Identidade e pós-modernidade - guerra

Política da subjetividade docente no currículo da mídia educativa brasileira

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302006000100005&lng=en&nrm=iso
Olá, gente!!
Li o artigo "Política da subjetividade docente no currículo da mídia educativa brasileira" e gostaria de partilhar com todos e todas este texto que traz informações sobre como trabalhar no currículo com a mídia educativa brasileira, tendo como referência a acepção foucaultiana e a subjetividade docente numa possibilidade de, assim, suprir carências teóricas e construir uma prática pedagógica adequada as demandas do país.
É um diálogo da autora com as ideias de Foucault em relação a existência do conflito e da oposição nas práticas que conduzem as condutas das/os docentes. Ideias que foram discutidas e entendidas em sala com as explicações da professora Nilza.
Sabemos que os recursos midiáticos ajudam a nossa prática pedagógica, tornando-a moderna e atraente, além de envolver os discentes para o aproveitamento de recursos atuais.
Segundo Foucault " a luta contra as formas de sujeição( submissão da subjetividade) está se tornando cada vez mais importante"(Foucault,1995, p. 236)
Boa leitura!!!
Elizângila Freire

CONCEPÇÕES E PRÁTICAS NA ESCOLA SOBRE A DIFICULDADE DE 
APRENDIZAGEM


Olá colegas,
Naveguei pela internet e encontrei este artigo que fornece alguns dados importantes que nos faz refletir acerca dos motivos de não observarmos progressos na educação apesar de, nós professores, travarmos uma batalha constantes em busca de melhoras. Ele aborda desde às causa externas como a liberação de recursos financeiros pelo Banco Mundial até às causas internas que envolvem os procedimentos dos professores face à omissão de alguns com os alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem.
À primeira vista o artigo apresenta-se tendencioso a culpar o professor pelo quadro atual da educação brasileira, no entanto, a autora desfaz essa ideia em suas considerações finais e abre espaço para uma reflexão de um tema tão polêmico.
Vale a pena ler! 
Muita paz para todos.

Rita Janete Machado

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A inovação pedagógica em ação e o conhecimento científico

Caros colegas,

Li o artigo com o seguinte título: “A inovação pedagógica em ação e o conhecimento científico”, o qual relata ema pesquisa realizada em uma escola da rede pública, com uma brinquedoteca que completou 10 anos de existência.
Baseado na Proposta do MEC (2007) que cita: “Para a inclusão da criança de seis anos no ensino fundamental a ludicidade aparece como característica da infância e como eixo importante para o ensino em anos iniciais”, o profissional deve propôr, interferir, mediar a brincadeira com fins educativos.
Neste panorama foi se constituindo, na escola, uma forma de organizar o ensino considerando a brinquedoteca. Se a extensão teve por objetivo que a própria equipe sistematizasse seu trabalho para registro e divulgação científica, a presente pesquisa buscou compreender o papel da assessoria na elaboração do conhecimento colocado em ação no cotidiano ao tratar de uma proposta didática articulada ao jogo. A investigação recai sobre uma concepção de assessoria que recupera o debate do cotidiano escolar e a elaboração de conhecimento em geral, a partir do conhecimento pedagógico em particular. Resultou em uma sistematização de um projeto curricular e didático singular, visando tensionar as diferentes dimensões do conhecimento com a finalidade de compreender como e de que maneira se vai “construindo” e elaborando pedagógico.

GOSTO DE CRUZAR OS BRAÇOS : as representações culturais construídas pelas crianças

Clarice Salete Traversini
Cristiane Müller


Ao perguntar a uma criança de 7 anos como sabia que havia aprendido a ler e escrever,assim respondeu: “ Gosto de cruzar os braços.”Como não entendemos a resposta,solicitamos mais explicações,então ela esclareceu: “ A professora enche o quadro,daí em copio,daí eu digo: prof,terminei,daí ela diz: pode cruzar os braços e esperar os colega terminar.Eu sou meio preguiçoso....Daí é bom ! “
Essa cena mobilizou um estudo para analisar algumas representações sobre alfabetização que circulam entre crianças em fase inicial da escolarização.Partimos da perspectiva de que os discursos escolares são perpassados por relações de poder e que essas relações não são neutras ou desinteressadas mas constituem sujeitos e produzem identidades culturais a partir de um conjunto de representações desenvolvidas em determinada época e cultura.

Gente li esta semana o texto acima e achei-o bem pertinente a nossas aulas e ao nosso dia a dia em nossas escolas.....


Na cena descrita ,o autorreconhecimento do aluno como alguém que conseguiu realizar as tarefas propostas,que é competente no que realiza, atingindo os objetivos e obtendo sucesso na escola,é notório. Fica claro a importância dos rituais no processo de aprender a ler e escrever,que muitas vezes é maior do que a própria aprendizagem.

Concluo portanto que enquanto a criança é alfabetizada ela exerce o seu biopoder e sofre o poder do professor que a acompanha.

Elba Sobral

Aprendizagem e afetividade:um encontro de sucesso na escola


Queridos colegas,
O  artigo que li tem como abordagem a eficácia da afetividade na prática pedagógica, um tema que vem sendo visto por alguns profissionais da educação, como o caminho para a obtenção de bons resultados escolares e consequentemente, na vida adulta destes alunos. A priori são apontadas as estratégias mais utilizadas pela escola, na figura do professor, como atitudes, que acredita, viáveis para resolução de problemas de sala de aula. Em outro momento, tendo como base, teóricos que tratam desse assunto, são apresentadas sugestões consideradas ideais para que, a relação professor e aluno, contribua para o aprendizado e para a conquista da auto estima do aluno, através do relacionamento afetivo pautado em respeito, autonomia e compreensão entre ambos. Observei que a autora acredita que afetividade e a educação são desafios para a aprendizagem significativa e consiste num processo de educação para a vida, numa parceria entre professor, aluno, família e comunidade, grupos sociais tão importantes no sucesso da aprendizagem do aluno. Confirmando desta forma, que o funcionamento psíquico humano não é composto somente da dimensão cognitiva, mas, também, pela dimensão fundamental de sua existência que é a afetiva. A organização do pensamento influencia o sentimento, e o sentir também configura a forma de pensar. Particularmente, tenho a convicção que a afetividade é um instrumento muito eficaz na aprendizagem e que posso até afirmar, que sem esta torna-se inaceitável a postura de um educador que não  a considera como de suma importancia tanto na construção de  conhecimentos como na valorização da auto estima do ser humano,especificamente de nossos alunos. Espero que vocês leiam e curtam!
Carinhosamente....
Joselma Luiza (Jô )











Conselhos de Classe: Mecanismos de Produção das Desigualdades na Escolas?

http://www.anped.org.br/33encontro/app/webroot/files/file/Trabalhos%20em%20PDF/GT14-6686--Int.pdf

 Indico este texto por ser uma boa reflexão sobre o nosso trabalho. Observações importantes sobre os fatos e mitos que permeiam um conselho de classe. A visão externa deixa claro que nem tudo que se discute em um conselho de classe tem relevância com o objetivo do próprio. Em determinadas situações, as informações colhidas em conselhos de classes realizados em escolas, nada acrescentam ou influenciam no que deveria ser feito para "corrigir" possíveis falhas do processo ensino aprendizagem. Não servem como dados de uma pesquisa que visa corrigir e consequentemente desenvolver técnicas que melhorassem o desempenho dos alunos. Tampouco serviria como parâmetro que provocasse a prática pedagógica de cada professor envolvido. Na realidade, o conselho de classe muitas vezes discute o aluno como um problema. As discussões eram feitas observando aspectos atitudinais dos alunos e não pedagógicos, estigmatizando-os como "bom" ou "mal" aluno, fazendo uma "faxina" na turma. Estava mais para um julgamento. Vale a pena ler.

FOUCAULT E A ANÁLISE DO DISCURSO EM EDUCAÇÃO

http://www.scielo.br/pdf/cp/n114/a09n114.pdf


Boa tarde, trago aqui um texto sobre a Análise do discurso de Foucault na Educação, o mesmo apresenta importantes conceitos trazidos por Foucault , tais como: pratica discursiva,  sujeito, entre outros. A autora (Rosa Maria Fischer) nos mostra a importância do conhecimento e apropriação dessa teoria para subsidiar as pesquisas em torno da educação que pretende analisar discursos.
            No que se refere ao discurso, Foucault nos mostra que não há nada por traz, não podemos nos prender ou melhor procurar interpretar o que está oculto no mesmo. Ele em si já diz tudo, pois não foi construído ou despertado pelo estudioso e sim construído em um tempo histórico e social, interpretar o discurso é dar conta das praticas contidas nas relações sociais que estão vivas, concretas no discurso, pois se trata de uma produção histórica e se  constituí na pratica.
            O discurso ultrapassa a simplicidade do dito, da palavra posta, do significante trazido, existe para além disso, do balbuciar e escrever palavras, segundo Focault é um fenômeno de expressão que traz em si uma rede conceitual própria. É constitutivo da própria realidade e produz saberes, estabelecendo assim poder. Não se remete apenas ao signo da coisa em si, Foucault nos mostra que há algo mais no discurso, é esse mais que precisa ser visto.
            Como vimos o discurso é constituinte das praticas sociais, dos conceitos e coexiste no tempo e nunca morre. Um exemplo interessante trazido pela autora é da menina virgem que só deixará de ser quando encontrar a pessoa certa, o mesmo nos traz a idéia trazida pelas feministas, a mulher como dona do seu corpo e responsável pelas suas escolhas. Ou seja, o discurso não é a manifestação de um sujeito único e sim de outros, pois através dele outros ditos se dizem. Focault nos convida a pensar através do discurso no nosso passado em nossa história se permitindo pensar em outras possibilidades que nós é evidente, transformando assim a nós e aos outros.
Portanto ao analisar, estudar e aplicar as técnicas de Educação devemos nos debruçar ao “mais” contido no discurso produzido nas relações sociais, na história, na cultura de um povo, só assim permite e estará permitindo a produção de saberes e a utilização do poder de forma transformadora e ética.

Sueli Gomes

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Biografia de Michel Foucault



     As primeiras palavras são de agradecimento a professora Nilza, pelo incentivo as práticas tecnológicas. Estou aprendiz e espero atender a solicitação de forma que não deixe de apresentar o meu trabalho mesmo com muitas dificuldades para criar, postar e chegar até aqui.   Mas nunca é tarde, é com muito prazer que enfrento os desafios dessa aprendizagem. Pensei muito, pesquisei e achei interessante apresentar a Biografia de um filosofo discutido nos temas na sala de aula. Nunca mais em minha vida vou esquecer o nome de Michael Foucault bem como a sua importância na história da sociedade. Eu não conhecia sua vida nem as suas obras literárias. Hoje já posso socializar uns poucos conhecimentos sobre a sua vida. Espero adiante ampliar este domínio na minha atuação profissional.  Vamos lá:
 Biografia de Michel Foucault (uma pequena amostra)
Michel Foucault - Pensador Transversal da Sociedade e da Cultura Michel Foucault nasceu em Poitiers, França, em 1926 e morreu em 1984 em Paris. Descendente de uma tradicional família de médicos, Foucault ainda garoto decidiu que iria ser professor de História. Cursou Filosofia e Psicologia na Escola Normal Superior de Paris. Foucault escreveu mais de 20 livros ao longo da sua vida. Toda a sua obra é um exaustivo trabalho de "arqueologia" do saber ocidental, pondo em evidência as estruturas conceituais que determinam as articulações entre o saber e o poder. A sua obra pode ser dividida em três fases fundamentais: a) Estudos sobre a Loucura no mundo ocidental; b) Estudos sobre a rede conceitual de saberes; c) Estudos sobre o poder, prisões e sexualidade. Foucault foi um pensador transversal da cultura e da sociedade. Foi sem dúvida um dos maiores filósofos que o século xx produziu. A grandiosidade de suas teorias revela-se na ordem estritamente teórica do seu pensamento ao momento pragmático estabelecido nas suas teorias sobre ciências humanas. Em seu trabalho "arqueológico" sobre as Ciências Humanas Foucault estabelece as bases alicerçais para pensar o homem contemporâneo. Através desses estudos foucaultianos podemos traçar um diagnóstico de como vivemos, do que somos e do modo como inventamos a nós mesmos e fomos aos construindo como sujeitos disciplinados frente às relações de poder. As abordagens de Foucault sobre as relações de poder foram inéditas no que diz respeito aos seus antecessores. Os pontos relevantes de suas abordagens foram os de: analisar o poder fora do Estado, de forma ascendente, de baixo para cima analisando suas estratégias de forma geral. Analisar o poder como algo que se exerce em rede, onde se produz efeitos reais, nas extremidades não jurídicas e estatais, desprovido de uma construção ideológica ou do ponto de vista jurídico.
 Enfim, Desejo muita Paz!  Espero que aceitem.

Vilma Maria R.Bezerra